5 riscos que você corre sem a gestão de facilities

Descubra quais riscos você corre sem a gestão de facilities

 

Engana-se quem acha que o simples fato de terceirizar um serviço é a melhor maneira de garantir tranquilidade para outras atividades da empresa.
Obviamente, a terceirização é uma grande aliada, mas não funciona de modo eficiente quando isolada.
Desenvolver uma gestão de facilities eficaz significa mapear os futuros desafios, otimizar processos dentro dos serviços prestados e evitar riscos.
O exemplo abaixo não está diretamente ligado ao tema de facilities, mas mostra como a economia mundial é suscetível a impactos negativos por questões imprevisíveis.
A Hyundai comunicou, no dia 11 de fevereiro de 2020, que interrompeu totalmente sua produção de veículos (aproximadamente 35 mil por semana) nas sete fábricas localizadas na Coreia do Sul.
A interrupção se explica pela falta de peças vindas da China — onde as empresas entraram em confinamento por conta da epidemia do Novo Coronavírus.
Diante da situação anteriormente citada, fica subentendido que os prestadores de serviço de facilities serão afetados, tal como seus respectivos fornecedores.
Quem, no início janeiro de 2020, poderia imaginar que o assunto “Coronavírus” tomaria uma proporção dessa magnitude, correndo o risco de alcançar, ainda, maiores proporções?!

 

Veja, abaixo, a quais riscos o gestor de facilities está sujeito e deve-se manter atento:

 

1. Falta de gerenciamento

Muitas empresas enfrentam isso quando não têm uma gestão de facilities. Oferecer o serviço por si só não é eficiente: os gestores de facilities coordenam a execução de serviços de acordo com a necessidade da organização.
A equipe de limpeza não pode fazer suas atividades ao mesmo tempo em que a de manutenção do ar-condicionado, numa sala onde ocorrerá uma reunião entre CEO e Diretoria, por exemplo.
Quando falamos de gerenciamento, não falamos apenas de coordenação de serviços, mas também de performance, produtividade, qualidade, satisfação do cliente e custo.

 

2. Custos excessivos

Quem compra na hora errada, compra errado ou paga mais caro!
Você já teve que comprar uma passagem aérea de um dia para o outro ou fazer a manutenção corretiva do seu veículo durante sua viagem de férias? Se a resposta foi sim, significa que pagou caro por isso.
Prevenir é melhor do que remediar. Esse ditado é extremamente válido na gestão de facilities, pois estar a par dos serviços ou produtos a serem comprados pode te ajudar a pagar um preço justo e negociar.

 

3. Falha na operação

É essencial que a gestão de facilities elabore planos de contingências, garantindo a infraestrutura mínima para a operação da organização.

 

4. Satisfação do cliente

Os serviços podem ser bem gerenciados, os custos estão dentro do orçado e não há falhas na operação, mas o cliente interno sempre está insatisfeito com os serviços? Infelizmente isso acontece com frequência.
Hoje, facilities faz parte de uma estratégia de atração e retenção de talentos nas organizações. O conceito de well-being deve fazer parte da missão de facilities, senão, alguma coisa precisa ser revista.

 

5. Estagnação

A carga operacional na gestão de facilities é realmente excessiva, mas essa não deve ser a única determinante da área.
É por isso que, hoje em dia, as estratégias devem ser pautadas, principalmente, na inovação — softwares de gestão, uso de aplicativos e a própria tecnologia como acesso aos serviços.

 

Se você leu esse artigo e se identificou com algumas das situações, significa que algo pode ser melhorado em sua empresa.
Saiba como podemos te ajudar clicando neste link.